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Abordagens Diagnósticas
ABORDAGEM DIAGNÓSTICA DA HIPERFOSFATEMIA
A hiperfosfatemia é definida como um nível sérico de fosfato acima de 5,0 mg/dl. Pode ser causada por uma carga maior ou redução da excreção de fosfato. As manifestações clínicas principais são determinadas pelo caráter agudo ou crônico da elevação. A hiperfosfatemia aguda pode levar à formação de complexos de fosfato de cálcio insolúveis que se precipitam nos tecidos moles. Sobrevém hipocalcemia, com seus sinais e sintomas característicos. Na hiperfosfatemia crônica, o hiperparatireoidismo secundário sobrevém por causa da hipocalcemia crônica, podendo ocorrer doença óssea metabólica.
A primeira etapa na avaliação de um paciente hiperfosfatêmico é avaliar a função renal, medindo-se os níveis de NUS e creatinina sérica. Caso estejam normais, realiza-se uma investigação à procura de carga maior de fosfato, incluindo história cuidadosa do uso de laxativos, história medicamentosa e estimativa do nível de creatinina. Se o diagnóstico ainda está em questão, procede-se à avaliação endocrinológica, incluindo dosagem do hormônio paratireoidiano, provas da função tireoidiana e teste de tolerância à glicose, com níveis do hormônio do crescimento para pesquisar se há excesso do mesmo.
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