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Abordagens Diagnósticas

LÍQUIDO PLEURAL

O primeiro passo na avaliação do derrame pleural é determinar se é um exsudato ou transudato. Os derrames pleurais transudativos são causados por distúrbios das pressões hidrostáticas e/ou oncóticas que governam a dinâmica do líquido pleural e, geralmente, são causados por patologias sistêmicas, como insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática com ascite, síndrome nefrótica e hipoalbuminemia. Os derrames pleurais exsudativos em geral refletem permeabilidade vascular anormal e estão associados a lesões inflamatórias e/ou malignas como derrame parapneumônico, empiema, doença neoplásica (primária ou metastática), doença do tecido conjuntivo e uma variedade de outras patologias. Os critérios de diagnóstico para derrame pleural exsudativo são relação proteína do líquido pleural/proteína sérica maior que 0,5, relação LDH do líquido pleural/LDH sérica maior do que 0,6 e valor de LDH do líquido pleural maior do que 200Ul/litro. Como a presença desses critérios define o exsudato, sua ausência estabelece o transudato. A distinção entre transudatos e exsudatos é importante, pois o tratamento dos derrames transudativos é direcionado para a causa sistêmica subjacente.

 



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